Jean Carlos Borges, médico veterinário.
Atuo como responsável técnico e consultor para estabelecimentos que manipulam alimentos de origem animal no Norte de Santa Catarina. Meu registro profissional é o CRMV-SC 14851.
O trabalho começou onde a maioria das dúvidas aparece: dentro dos estabelecimentos. Açougues, mercados, peixarias e indústrias que sabem fazer o seu produto, mas se sentem sozinhos quando o assunto é procedimento, registro e legislação. A JRP nasceu para ser essa ponte — traduzir a exigência técnica em rotina possível.
Não vendo documentos. Documento sem prática não protege ninguém. O que entrego é entendimento: você passa a saber por que cada controle existe, quem faz, quando faz e onde isso fica registrado.
Além da formação em Medicina Veterinária, sou Técnico em Segurança do Trabalho. Essa combinação muda o olhar sobre a operação: além do produto e do processo, entram na conta o ambiente, o risco e a forma como a equipe trabalha. Conformidade, segurança e gestão deixam de ser assuntos separados.


Conselho Regional de Medicina Veterinária de Santa Catarina.
Levar segurança dos alimentos e organização técnica a estabelecimentos de todos os portes, com linguagem simples e soluções aplicáveis.
Ser a referência em responsabilidade técnica e consultoria em alimentos no Norte de Santa Catarina pela proximidade e pela qualidade do acompanhamento.
Como eu trabalho
Presença antes de papel
Nenhum documento é escrito antes de eu ver a operação funcionando. O manual precisa descrever a sua realidade — não um modelo genérico.
Linguagem de dono de negócio
Explico o motivo por trás de cada exigência em termos práticos: o que muda no processo, no custo e no risco.
Prioridade clara
Ninguém resolve tudo em uma semana. Definimos juntos a ordem: o que é crítico, o que é importante e o que pode ser evolução.
Equipe treinada, não avisada
Quem executa precisa entender. Treinamentos curtos, na linguagem do time, com foco no que acontece de verdade no dia a dia.
Carteira intencionalmente enxuta
Trabalho com um número limitado de contratos ativos — hoje até 15 — justamente para manter o atendimento próximo. Quando a agenda enche, o cliente sente na demora, e não é assim que quero atender.